segunda-feira

Pino do Verão

Este ano voltou a celebrar-se o Pino do Verão. Integrado no Festival Internacional de Artes de Rua, em Palmela, e produzido pelo Teatro O Bando, com encenação de João Brites e música de Jorge Salgueiro. O Pino do Verão realizou-se numa encosta do Castelo juntando uma mão cheia de actores, cantores líricos, músicos e técnicos. Este ano o espectáculo repetiu-se pelas últimas três noites de Julho e, apesar do frio, voltou a viver-se o calor humano do encontro dos amigos. A Vigilâmbulo Caolho foi ver e quando descongelou estava a sorrir.

A encosta do Pino, em primeiro plano o público do ensaio, depois a orquestra e vários pontos de representação subindo sempre as escadas até chegar ao coro, lá em cima. Aquelas figuras de oleado amarelo vão a descer para o buraco onde estão encerrados os Diabretes. Este ano libertou-se o Diabrete da Argélia (Sylvan Peker) e apanhou-se o Diabrete do Sudão.


O ponto de partida, onde tudo começa, a Carroça onde a Camponesa (Adelaide João) lê o livro com poemas de Eugénio de Andrade, o livro que é roubado pelo Senhor de Branco para mostrar ao maestro e, quando começa a música, a Deusa Palmeloa (Isabel Biu) dá à luz quatro Mordomos que dão à luz quatro Vassoureiros qua dão à luz uma porrada de Vassoureirinhos

João Brites (Encenador), Maria Gil (Diabrete Basco), Pedro Manuel (Senhor de Branco)


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Paulo Pinto, Inês Rosado, André Amálio, Laurinda Chiungue (Quatro Vassoureiros num momento de grande concentração), Jaime (Diabrete do Sudão)